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Colaboradores
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Svetlana Filippova

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A ilustradora, animadora e cineasta Svetlana Filippova se formou na Faculdade de Filologia da Universidade Estatal do Cazaquistão, em 1991, e na Escola Superior de Roteiristas e Cineastas em Moscou, em 1997. Foi aluna de grandes mestres da animação russa tais como Fiodor Khitruk, Yuri Norstein e Andrei Khrzhanovsky. Trabalha com pintura, desenho gráfico, litografia e animação. Participa regularmente de vários festivais de cinema, arte e exposições de livros na Rússia e no exterior. Seus filmes foram premiados nos mais importantes festivais internacionais, entre os quais destaca-se o Festival KROK. Pelas suas ilustrações do livro dos contos da Liudmila Ulitskaia, recebeu o primeiro prêmio da Associação dos artistas das artes gráficas. Entre os seus livros ilustrados, podem ser destacados as ilustrações do romance Tchevengur (ed. Vita Nova e ed. Ars et Vita), da coletânea Alamedas Escuras (ed. Vita Nova e ed. Ars et Vita), entre outras.

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Irineu Franco Perpétuo

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Irineu Franco Perpetuo é jornalista e tradutor. Coautor, com Alexandre Pavan, de Populares & Eruditos (Editora Invenção, 2001), e autor de Cyro Pereira – Maestro (DBA Editora, 2005) História Concisa da Música Clássica Brasileira (Alameda Editorial, 2018), Como Ler os Russos (Todavia, 2021, segundo colocado no Prêmio Biblioteca Nacional, categoria Ensaio Literário – Prêmio Mário de Andrade) e dos audiolivros História da Música Clássica (Livro Falante, 2008), Alma Brasileira: A Trajetória de Villa-Lobos (Livro Falante, 2011) e Chopin: O Poeta do Piano (Livro Falante, 2012). Traduziu, diretamente do russo, Pequenas Tragédias (Editora Globo, 2006), Boris Godunov (Editora Globo, 2007), A Dama de Espadas e A Filha do Capitão (Ciranda Cultural, 2019), de Púchkin, Memórias de Um Caçador (Editora 34, 2013), de Ivan Turguêniev, Anna Kariênina (Editora 34, 2021), Sonata Kreutzer (no volume Tolstói e Tolstáia, Editora Carambaia, 2022) e A Morte de Ivan Ilitch (Coleção Folha Grandes Nomes da Literatura, 2016), de Tolstói, Memórias do Subsolo (Todavia, 2022), Gente Pobre (Ciranda Cultural, 2021) e O Eterno Marido (Ciranda Cultural, 2020), de Dostoiévski e Vida e Destino (Editora Alfaguara, segundo lugar no Prêmio Jabuti 2015) e A Estrada (Editora Alfaguara), de Vassíli Grossman, O Mestre e Margarida (Editora 34, 2017) e Os Dias dos Turbin (Editora Carambaia, 2018), de Bulgákov, Lasca de Zazúbrin (Editora Carambaia, 2017), Meninas, de Liudmila Ulítskaia (Editora 34, 2021), Xis e outras histórias (Editora Carambaia, 2022), de Ievguêni Zamiátinm Encontros com homens notáveis, de Gurdjieff (Goya, 2023)  e, com Moissei Mountian, Salmo, de Friedrich Gorenstein (Editora Kalinka, 2017) e A Infância de Ivan, de Aleksei Tolstói (Editora Kalinka, 2020). Participou do grupo de cinco tradutores que traduziram O Arquipélago Gulag, de Soljenítsyn (Editora Carambaia, 2019).

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Emilie Geneviève Audigier

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Emilie Geneviève Audigier é tradutora e professora. Atualmente professora adjunta A de Letras Francesas na Universidade Federal do Maranhão, atuando na Pós-Graduação em Letras e na Graduação de Letras francesas. Dirige o Núcleo de pesquisa e extensão em tradução literária VERSA. Doutora na área de tradução literária (Université Aix-Marseille, cotutela com Universidade Federal do Rio de Janeiro). Coordenou o Escritório do livro francês na Embaixada da França do Brasil, em missão nacional e internacional. É mestra em Literatura Comparada e Graduada em Letras Modernas Francesas, com a Especialização "Profissões do Livro" (Edição, livraria, biblioteca) na Université Aix-Marseille (França), e intercâmbio na Universidade clássica de Lisboa (bolsista ERASMUS). Publicou nas revistas Cadernos da tradução, Translationes, Belas Infieis, Atelier de traduction, e nos livros TRADUIRE L'AUTRE, LE MÊME ET LE SOI (Presses Universitaires de Provence), O TRABALHO DA TRADUÇÃO (Ed. Contracapa), RETRADUIRE EN LITTÉRATURE DE JEUNESSE (Ed. Peter Lang), LA POÉSIE DU BRÉSIL (Ed.Chandeigne) e LE BESTIAIRE FANTASTIQUE DES VOYAGEURS (Arthaud) e TRADUCTION ET LITTÉRATURES MIGRANTES (Presses Universitaires de Provence), HISTOIRE DES TRADUCTIONS EN LANGUE FRANÇAISE - 20e s. (Ed. Verdier), entre outros. Membro da Association des Traducteurs Littéraires de France (ATLF) e da ABRAPT (Associação Brasileira dos Pesquisadores em Tradução), coordena a coleção "Projectiles" de ficção curta na editora francesa Passages.

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Rick Rodrigues

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Cria do CB, o bairro Crubixá, em João Neiva (ES), Rick Rodrigues (1988) é artista plástico e mestre em artes pela Universidade Federal do Espírito Santo. Trabalha com séries de desenhos, gravuras, bordados, objetos e instalações. Rick também integra o Coletivo Almofadinhas, formado por três artistas que utilizam o bordado para elaborar suas obras, enfatizando memória, gênero, afetividade e sexualidade. O artista apresentou 11 exposições individuais, participou de mais de 50 exposições coletivas, ministra oficinas de desenho e bordado experimental e vivencia residências artísticas com frequência.

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Maria Vragova

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Maria Vragova é tradutora, produtora cultural e curadora. Formada em  Língua e  Literatura  Portuguesa  pela Universidade Estatal  de São  Petersburgo em  2004, Maria Vragova vem desenvolvendo vários projetos de tradução desde então. Entre os principais  trabalhos de  tradução escrita podem ser destacadas a primeira  tradução  para o russo do romance “A terra somnâmbula”, de Mia Couto (2024), a primeira tradução para  o  português  do  romance “Tchevengur”, de Andrei Platônov (2022), a tradução de “Memórias de subsolo”, de F.M. Dostoiévski (2021), tradução do livro “O  poster soviético” de V.Ivanov, uma encomenda da Universidade Federal de Minas Gerais (2011);  primeira  tradução para português do livro infantil “Tarakã, o bigodudo”, de Kornei Tchukovski  (2016);  tradução  de  várias  novelas  e  contos  para  o  livro  “A  revolução  das  mulheres”,  v.  2:  Memórias,  poesias,  cartas,  romances  (2016-2017). Maria  realizou também a tradução do roteiro para o filme “Mikhail Tal”, assim como a tradução dos  filmes  apresentados  na  mostra  de  cinema  russo  “Entre  duas  épocas”, na Mostra de Animação Russa e na Mostra “Mulheres no cinema do Leste Europeu”.

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