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François Andes

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Nascido em 1969, François Andes vive e trabalha no norte da França, em Faches-Thumesnil. Em 2017, foi o artista em destaque de um dos maiores salões do desenho contemporâneo, o DDessin17. François Andes utiliza o desenho e a performance como linguagens no seu trabalho visual. Em 2010, apresenta a performance Des neuf sortes de territoire.  Em 2011, participa da exposição L’esprit du lieu ao lado de C. Lévêque e A. Fleischer no Centro de Arte Contemporânea LabLabanque, em Béthune. Em 2014, cria Le singe qui lèche (O macaco que lambe), performance de 12 horas para as Noites Brancas de Paris (Nuit Blanche, Paris). É ainda artista em residência em Mons, no âmbito do Mons – Capital Cultural da Europa. Em 2018, François Andes realizou uma residência de pesquisa e criação no Institut Français de Ho-Chi-Mihn (Vietnã) e foi também artista em residência da Fundação Mons 2025, onde participou da 1ª Bienal de Arte Contemporânea, em setembro de 2018. Em 2021-2022, participou da exposição individual “A travessia de desastre” no Museu Oscar Niemeyer (Curitiba, Brasil). Entre 2021-2022, teve a retrospectiva das suas obras exibida no Centro de Arte Contemporânea Labanque em Béthune (França).

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André Capilé

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André Capilé é professor, poeta, tradutor e performador. Graduou-se em Filosofia na UFJF, é mestre em Estudos Literários e doutor em “Literatura, Cultura e Contemporaneidade”, pela PUC-Rio. Integrou o corpo editorial da revista escamandro e é parte do conselho editorial da Edições Macondo. 

Publicou rapace (2012), chabu (2019) e rebute (2019), pela editora TextoTerritório; balaio (2014), pela coleção megamini da 7Letras; muimbu (2017), paratexto (2019) e azagaia (2021), pelas Edições Macondo. Traduziu “The Love Song of J Alfred Prufrock” como “A Canção de Amor de J Pinto Sayão” para a coleção Herbert Richers das Edições Macondo, Don’t Call Us Dead [Não Digam que Estamos Mortos] de Danez Smith, publicado pela Editora Bazar do Tempo e O Cometa de W. E. B. Du Bois, pela Editora Fósforo.

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Marlon de Paula

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Natural da região do Vale do Rio Doce (MG), Marlon de Paula é artista multimídia e arte-educador. Seus trabalhos manifestam-se a partir da tríade: corpo, memória e território. Tem integrado exposições e residências nacionais e internacionais. Em 2019 participou do programa de Residência Artística do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea/RJ. Foi contemplado pelo XVI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia em 2021, pelo projeto Erosão. Em 2022 participou da residência artística de criação no Labanque – Centre de Production et de Diffusion en Art Contemporain, em Béthune/França.

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Ricardo Domeneck

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Ricardo Domeneck nasceu em Bebedouro, São Paulo, em 1977. Lançou os livros Carta aos anfíbios (Bem-Te-Vi, 2005), Sons: Arranjo: Garganta (Cosac Naify/7Letras, 2009) e Ciclo do amante substituível (7Letras, 2012), entre outros. É coeditor das revistas Modo de Usar & Co. e Hilda. Colaborou com revistas literárias brasileiras e estrangeiras, como Cacto (SP), Inimigo Rumor (RJ), Quimera (Espanha), Green Integer Review (Estados Unidos), Belletristik (Alemanha), entre outras, e seus poemas foram traduzidos para o alemão, inglês, castelhano, catalão, francês, holandês, esloveno, sueco e árabe. Trabalha com vídeo e a fronteira textual entre o oral e o escrito, apresentando este trabalho em espaços como o Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro), Museo Reina Sofía (Madri), Espai d´Art Contemporani (Castelló-Valéncia), Museo Experimental El Eco (Cidade do México) e Akademie der Künste (Berlim).  

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Guilherme Gontijo Flores

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Nascido em 1984, Guilherme Gontijo Flores é poeta, tradutor e professor na UFPR. Publicou os livros brasa enganosa (2013), Tróiades (www.troiades.com.br, site em 2014, impresso em 2015), l'azur Blasé (2016) e Naharia,  que formam a tetralogia poética reunida em Todos os nomes que talvez tivéssemos (2020), e também carvão :: capim (2017, Portugal; 2018, Brasil), Arcano 13 (2022, em parceria com Marcelo Ariel) e Potlatch (2022), além do romance História de Joia (2019). Realizou o projeto Coestelário em parceria com Daniel Kondo, com poemas visuais em homenagens aos mortos de 2020. 

Publicou traduções de várias obras, tais como A anatomia da melancolia, de Robert Burton (4 vols. 2011-2013, prêmio APCA e Jabuti de tradução), Elegias de Sexto Propércio (2014, prêmio da BN de tradução), Safo: fragmentos completos (2017, prêmio APCA de tradução), Para um túmulo de Anatole, de Stéphane Mallarmé (2021) e Ar-reverso, de Paul Celan (2021). Começou a publicar a Obra completa de François Rabelais, em 3 volumes (2021) e já publicou as Odes de Horácio.
 

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Tal Nitzán

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Tal Nitzán é uma poeta, romancista, tradutora e editora israelense. Recebeu diversos prêmios pela sua obra literária, entre os quais destacam-se o Prêmio Mulheres Escritoras, o Prêmio Ministro da Cultura de Israel para Jovens Poetas e Primeiro Livro, os Prêmios de Poesia da Universidade Hebraica e da Universidade Bar-Ilan e o Prêmio do Primeiro Ministro de Israel para Escritores. Publicou sete livros de poesia, dois romances, uma coletânea de contos e seis livros infantis, editou duas antologias de poesia latino-americana e uma de poesia política hebraica (também publicada na Espanha, França e Estados Unidos). Adaptou ainda versões do romance Dom Quixote e peças de Shakespeare para jovens leitores. Seus poemas foram traduzidos para mais de vinte idiomas, e quatorze antologias de sua poesia foram publicadas em francês, inglês, alemão, italiano, lituano, português e espanhol. Tal Nitzán é a maior tradutora de literatura hispânica para o hebraico, sendo o seu trabalho como tradutora reconhecido através de importantes prêmios como o Prêmio Tchernychevski de Tradução e a Medalha de Honra da Presidência do Chile por suas versões em hebraico dos poemas de Pablo Neruda.

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Andrei Platônov

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Andrei Platônov nasceu nos arredores da cidade de Voronezh, em 1899. Após a Revolução, em 1918, ingressou no departamento eletrotécnico da politécnica ferroviária. Breve, entretanto, foi a sua tentativa de filiação ao Partido Comunista — as críticas feitas aos “revolucionários oficiais” em um artigo satírico tiveram como consequência a expulsão, em 1921, do “elemento instável e inconstante”. Nesse mesmo ano, publicou o seu primeiro livro — Eletrificação; no ano seguinte, o seu primeiro volume de poemas — A profundeza azul. A partir de 1927, se estabelece em Moscou, e os próximos dois anos talvez possam ser considerados os mais prósperos de sua vida literária. Entretanto, o ano de 1929 trouxe os primeiros ventos adversos ao destino de Platônov: suas novelas O Cidadão Estatal e Makar, o Duvidoso foram completamente devastadas pelos críticos literários. No outono do mesmo ano, Andrei Platônov, enviado em missão pelo Comissariado Popular da Agricultura, viaja pelas províncias da Rússia Central. Suas impressões resultam no enredo para a novela A escavação, onde o autor narra o “apocalipse da coletivização” numa linguagem apocalíptica. Concluída em 1930, a novela tampouco foi publicada durante a vida do autor. Durante a Segunda Guerra Mundial, atuou no front, como correspondente para o jornal “A Estrela Vermelha”. Ainda assim, no pós-guerra, viu-se novamente na condição de pária literário: nos últimos anos de sua vida, gravemente enfermo, o autor sobrevivia transcrevendo contos populares russos e bashquires, encontrando apoio material somente entre amigos próximos, tais como os escritores Mikhail Chólokhov e Aleksandr Fadiéev. Sem ver a sua obra reconhecida, Andrei Platônov faleceu em 1951, deixando as suas principais obras não publicadas.

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Ivan Búnin

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Ivan Alekséievitch Búnin nasceu em Vorónej, na região central da Rússia, filho de uma família aristocrata empobrecida. Aos 19 anos, Búnin começou a publicar poemas e contos, enquanto se iniciava na carreira de jornalista. Nos anos 1890, profundamente atraído pelas ideias de Lev Tolstói, procurou e conseguiu conhecê-lo pessoalmente. O mesmo aconteceria com Anton Tchekhov, de quem se tornaria amigo. Embora Búnin tenha se aproximado da escola simbolista e publicado poemas influenciados por essa estética, sua obra remete estilisticamente ao classicismo russo do século XIX.  Em 1920, discordando dos rumos da Revolução de 1917, Búnin fixou residência em Paris, tornando-se uma das principais vozes da comunidade de russos emigrados. Em 1933 recebeu o Prêmio Nobel de Literatura, o primeiro a ser entregue a um escritor russo. Ivan Búnin faleceu em 8 de novembro de 1953, em Paris.

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